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19 de fevereiro de 2013
(Des)Carregar Baterias
11 de fevereiro de 2013
Far over the misty moutains cold
A canção dos anões no filme "O Hobbit - Uma Viagem Inesperada".
Simplesmente linda!
9 de fevereiro de 2013
Não é a meta mas a viagem
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O mais importante não é
atingir uma determinada meta. A meta é um momento. Pode corresponder às
expectativas ou não. A meta é também o fim. É quando acaba.
É no percurso que está o
ganho. São todos aqueles passos, todos aqueles dias, a coleção de momentos, de
risos e sorrisos, aprendizagens, soluções encontradas, camaradagem, evolução…
Tudo isso está na viagem.
Quem já não leu um livro e
teve pena de ler aquela última palavra com três letras: FIM?
A meta é muito importante
enquanto orientação. Enquanto força que nos faz andar para a frente, enquanto
oportunidade para uma viagem.
Mas para quê viver apenas
com os olhos postos num dia especial? O dia do espetáculo é o dia em que a cortina
fecha. Antes um dia trivial em que, porque nada se espera, um bom momento tem
outro sabor. Antes um dia trivial, quando na minha rotina faço o que gosto. Antes
um dia trivial, porque dias destes há tantos.
Devemos fazer aquilo de que
gostamos. Devemos fazê-lo pelo prazer de o fazer. Só para sermos felizes. E não
precisamos de data marcada. Não precisamos de um dia estipulado. É todos os
dias! Todos os dias!
5 de fevereiro de 2013
4 de fevereiro de 2013
Ilusão ou não
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Só há desilusão
Depois de haver uma ilusão.
Não nos vamos iludir, não.
As coisas são como são.
São os olhos
que mentem,
São os
ouvidos que enganam.
Mas se o
faro for apurado,
Tudo fica
comprovado.
O que os
corações sentem
É
simplesmente o que esperam.
Só há desilusão
Depois de haver uma ilusão.
Não nos vamos iludir, não.
As coisas são como são.
É o desejo
que fala,
É uma
vontade que grita.
Constrói-se
um sonho,
Um mundo
risonho,
E fica uma
saudade que mata
Da ilusão
perdida.
Só há desilusão
Depois de haver uma ilusão.
Não nos vamos iludir, não.
As coisas são como são.
Mas também
há o olhar que desconfia,
O ouvido que
não reconhece a verdade,
E há a mão
que vai e toca
E no toque
comprova
Que aquilo
que pretendia
É uma sólida
realidade.
E bate um coração
Depois de haver uma ilusão.
Não vamos desconfiar, não.
As coisas são como são.
3 de fevereiro de 2013
Procrastinação
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