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Só há desilusão
Depois de haver uma ilusão.
Não nos vamos iludir, não.
As coisas são como são.
São os olhos
que mentem,
São os
ouvidos que enganam.
Mas se o
faro for apurado,
Tudo fica
comprovado.
O que os
corações sentem
É
simplesmente o que esperam.
Só há desilusão
Depois de haver uma ilusão.
Não nos vamos iludir, não.
As coisas são como são.
É o desejo
que fala,
É uma
vontade que grita.
Constrói-se
um sonho,
Um mundo
risonho,
E fica uma
saudade que mata
Da ilusão
perdida.
Só há desilusão
Depois de haver uma ilusão.
Não nos vamos iludir, não.
As coisas são como são.
Mas também
há o olhar que desconfia,
O ouvido que
não reconhece a verdade,
E há a mão
que vai e toca
E no toque
comprova
Que aquilo
que pretendia
É uma sólida
realidade.
E bate um coração
Depois de haver uma ilusão.
Não vamos desconfiar, não.
As coisas são como são.
Tirei para mim e vou fazer um quadro com este poema. Vou colocar na minha sala. É lindo. Parabéns!!! Beijinhos. Xénia
ResponderEliminarObrigada! :)
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