30 de setembro de 2011

Usher

Quando se quer mais, faz-se assim:
“If you really want more, scream it out louder,
Get it on the floor, bring out the fire,
And light it up, take it up higher,
Gonna push it to the limit, give it more.”
(Songwriters: KHAYAT, NADIR / HAJJI, BILAL / RAYMOND, USHER / HINSHAW JR., CHARLES)






28 de setembro de 2011

Adele

Não só cantora, mas também compositora. Prende-nos o ouvido com a sua voz penetrante, cheia de personalidade, sentimento e magnetismo. Canta em versos carregados de significado, aos quais não podemos ficar indiferentes.

“Never mind, I’ll find someone like you
I wish nothing but the best for you, too
Don’t forget me, I begged, I remember you said
Sometimes it lasts in love, but sometimes it hurts instead
Sometimes it lasts in love, but sometimes it hurts instead”
(Compositores: Adele/ Dan Wilson)


26 de setembro de 2011

As consequências dos mimos


Criança mimada
Fonte da Imagem

Porque mimamos alguém? Creio que por amor. Quando amamos, queremos o melhor para a outra pessoa, queremos protegê-la, ajudá-la, dar-lhe tudo o que podemos dar, queremos acarinhar e tentar agradar, tudo para ganhar um sorriso e conforto no coração.
Mas quando alguém tem tudo o quer, quer receber tudo o que puder. Habitua-se a ter tudo como lhe convém, habitua-se a olhar para o seu umbigo e não mais além. Começa a creditar verdadeiramente que o mundo gira à sua volta e que tudo acontece realmente em sua função. Adquire uma determinada visão do mundo e sobe tanto a fasquia das suas expectativas, que se torna cada vez mais difícil alcançar a sua satisfação, ou mesmo dar ouvidos à razão.
A falta de aprendizagem e treino para lidar com as suas frustrações leva a reacções de indignação perante um não, leva ao uso de um tom de voz injusto e a situações de manipulação emocional que ferem quem só lhe quer bem.
Frustrações na dose certa e consequências apropriadas, por muito que nos custe a acreditar, ajudam quem tanto amamos a dar valor a tudo de bom que recebe. Quando acedemos a um pedido de alguém, essa pessoa dará mais valor, se lhe fazemos a vontade apenas de vez em quando. Se fazemos sempre tudo o que alguém nos pede, esses gestos tornam-se banais e não são reconhecidos.
Será que mimamos alguém pensando que assim irão gostar de nós? Irão gostar dos mimos, não de nós. Para gostarem de nós, têm de reconhecer a nossa personalidade e respeitar-nos pelo que somos.
Repare em quem o/a mima. Essa pessoa gosta muito de si. Não seja injusto/a com ela.

17 de setembro de 2011

O Velho, O Rapaz E O Burro


Fonte da Imagem
É impossível agradar a todos. Portanto, devemos fazer o que nos parece mais correcto, de acordo com a nossa consciência, embora haja sempre quem nos critique. Reparem:
Era uma vez um velho, um rapaz e um burro que caminhavam pela estrada. Passa por eles um grupo de pessoas e diz:
- Olhem só! Aqueles têm um burro e vão a pé!
Ao ouvir isto, o velho disse ao rapaz que subisse para cima do burro. Outro grupo de pessoas por eles passa e diz:
- Vejam só! O rapaz vai em cima do burro e o pobre do velhinho, que mal pode arrastar as pernas, é que vai a pé!
Os dois trocam de lugar e por eles um novo grupo de pessoas passa, dizendo:
- Reparem só! Aquele homem vai em cima do burro e a pobre da criancinha é que vai a pé!
Decidem ir então os dois em cima do burro, quando ouvem mais um grupo de pessoas, que por eles passam, dizer:
- Observem só! Aquele pobre burrito mal pode com o peso daqueles dois!

Agradar a todos é impossível! Uma vez que assim é, mais vale fazermos as coisas à nossa maneira.

Nota: O Velho, o Rapaz e o Burro é um conto tradicional cujo autor desconheço. Como já ouvi várias versões, resumi-o por palavras minhas.


13 de setembro de 2011

As Três Peneiras de Sócrates


Sócrates - Fonte da Imagem

Antes de se dizer seja o que for, há que peneirar o que se vai dizer três vezes. O que temos para contar deve passar primeiro na peneira da verdade, na da bondade e na da necessidade. Se tudo o que é dito fosse peneirado, haveria menos calúnias, menos críticas desnecessárias e menos ofensas.
A história que ouvi contar das três peneiras de Sócrates era resumidamente assim:
Um homem foi ter com Sócrates para lhe contar algo que julgava ser do interesse do filósofo:
- Quero contar-lhe uma coisa sobre um amigo seu.
Mas antes de o ouvir, Sócrates quis saber se a história passava nas três peneiras: a peneira da verdade, a da bondade e a da necessidade. Deste modo, Sócrates perguntou:
- Tens a certeza de que o que me vais dizer é verdade?
- Bem, foi o que ouvi outros contarem. Não sei bem se é verdade.

- O que me vais contar é algo bom?

Envergonhado, o homem respondeu:

- Devo confessar que não.

- E o que me tens a dizer sobre o meu amigo é mesmo necessário? Eu preciso mesmo saber?

- Na verdade, não.

O sábio filósofo disse-lhe então:

- Se o que me queres contar não é verdadeiro, nem bom, nem necessário, é melhor que o guardes só para ti.


11 de setembro de 2011

Os Encantos dos Homens

Brad Pitt, Sylvester Stallone e Richard Gere
Brad Pitt, Sylvester Stallone, Richard Gere
Veja Também: O que é a beleza?

 
Os homens são encantadores. Têm tal encanto natural que, reparem, não precisam de maquilhagem, nem de saltos altos, nem de roupas decotadas, nem de pintar as unhas ou fazer unhas de gel. Em ocasiões especiais podem repetir o mesmo fato várias vezes, não precisam usar um par de sapatos diferente em cada dia da semana, podem prescindir de perfume, pois já basta o aftershave, e se querem estar mais provocadores que o habitual, basta desabotoar os dois primeiros botões da camisa.
Os encantos dos homens encontram-se em três categorias. Há homens que têm uma cara bonita e são lindos e deslumbram. Há homens que cuidam bem do corpo e são atraentes e fascinam. E depois há aqueles que não precisam de uma cara bonita, nem de um corpo escultural, porque têm charme e conquistam.
No que toca às palavras, há homens que têm o dom da palavra e sabem elogiar uma mulher, sabem persuadir e motivar; ou são daqueles que falam pouco, mas quando falam, falam bem. E há também os bons conversadores porque são divertidos; ou porque falam com calma e segurança sobre um tema que dominam, como algo que estudaram; ou porque falam com entusiasmo sobre o que conhecem muito bem, como uma actividade que praticam.
Tendo em conta como tantas mulheres são complicadas, miudinhas e exigentes, o facto de gostarem dos homens só comprova o quanto eles são encantadores.
Fontes das Imagens: Brad Pitt, Sylvester Stallone, Richard Gere.

10 de setembro de 2011

It's My Life - Bon Jovi




It's My Life
This ain't a song for the brokenhearted
No silent prayer for the faith departed
And I ain't gonna be just a face in the crowd
You're gonna hear my voice when I shout it out loud

It's my life
It's now or never
I ain't gonna live forever
I just wanna live while I'm alive

(It's my life)
My heart is like an open highway
Like Frankie said, "I did it my way"

I just wanna live while I'm alive
'Cause it's my life

This is for the ones who stood their ground
For Tommy and Gina who never backed down
Tomorrow's getting harder, make no mistake
Luck ain't even lucky, gotta make your own breaks

It's my life
And it's now or never
I ain't gonna live forever
I just wanna live while I'm alive

(It's my life)
My heart is like an open highway
Like Frankie said, "I did it my way"
I just wanna live while I'm alive
'Cause it's my life

You better stand tall
When they're calling you out
Don't bend, don't break
Baby, don't back down

It's my life
It's now or never
'Cause I ain't gonna live forever
I just wanna live while I'm alive

(It's my life)
My heart is like an open highway
Like Frankie said, "I did it my way"
I just wanna live while I'm alive

(It's my life)
And it's now or never
I ain't gonna live forever
I just wanna live while I'm alive

(It's my life)
My heart is like an open highway
Like Frankie said, "I did it my way"
I just wanna live while I'm alive
'Cause it's my life!
Songwriters: Jon Bon Jovi; Max Martin; Richard Sambora.

My Way - Frank Sinatra




My Way, Frank Sinatra
And now, the end is near,
And so I face the final curtain.
My friend, I'll make it clear;
I'll state my case of which I'm certain.

I've lived a life that's full -
I've travelled each and every highway.
And more, much more,
I did it my way.
Regrets? I've had a few,
But then again, too few to mention.
I did what I had to do
And saw it through without exemption.

I planned each charted course -
Each careful step along the byway,
And more, much more,
I did it my way.

Yes, there were times, I guess you knew,
When I bit off more than I could chew,
But through it all, when there was doubt,
I ate it up and spit it out.
I grew tall, faced it all
And did it my way.

I've loved, I've laughed and cried,
I've had my fill - my share of losing.
And now, as tears subside,
I find it all so amusing.

To think I did all that,
And may I say, not in a shy way -
Oh no. Oh no, not me.
I did it my way.

For what is a man? What has he got?
If not himself - Then he has naught.
The right to say the things he truly feels
And not the words of one who kneels.
The record shows I took the blows
And did it my way.

Song Writers: Shawn Carter, Paul Anka, Claude Francois, Giles Thibaut

8 de setembro de 2011

O Talento de Christian Bale

Há muitos bons actores neste mundo. Ser um bom actor ou uma boa actriz é fazer acreditar. Os bons actores/ actrizes encarnam o seu papel de tal forma que nos esquecemos que estamos perante uma encenação, um fingimento, uma interpretação. São artistas que nos fazem rir, chorar, temer, pasmar, enternecer, olhar, escutar e imitar.
Eu divido-os em dois grupos. Há aqueles que se especializam num tipo de personagem, desempenhando papéis semelhantes em enredos com características em comum. E há aqueles absolutamente extraordinários que vestem qualquer pele, fazem qualquer papel, tal como a pele de um camaleão muda de cor. Tenho uma grande admiração por estes últimos. Dos actores que conheço, e tendo em conta o tipo de filmes que gosto, considero Christian Bale o melhor exemplo, tendo absolutamente merecido o Óscar que ganhou em Fevereiro deste ano, pela personagem que interpretou no filme “The Fighter”.
Ao longo da sua carreira Bale tem interpretado os mais variados papéis, encarnado personagens de carácter distinto e demonstrado uma série de habilidades no que se refere a artes marciais, a cantar e a dançar, a dominar diferentes sotaques, entre outras. Mas o que mais admiro é a sua capacidade de transformação física. Já me surpreendi ao descobrir que entrava em filmes que conhecia, mas não o havia reconhecido. Os dois exemplos mais marcantes são o já mencionado filme “The Fighter” e “The Machinist”.

Leia mais sobre a sua biografia e filmografia aqui.
Prémios e nomeações.



Christian Bale in Rescue Dawn
Rescue Dawn - Fonte da Imagem


Christian Bale in American Psycho
American Psycho - Fonte da Imagem

Christian Bale as Batman
Batman - Fonte da Imagem


Christian Bale as Jesus
Mary, Mother of Jesus - Fonte da Imagem



Christian Bale in Empire of the Sun
Empire Of The Sun - Fonte da Imagem



Christian Bale in Equilibrium
Equilibrium - Fonte da Imagem




Christian Bale in The Machinist
The Machinist - Fonte da Imagem
 


Christian Bale in A Midsummer Night's Dream
A Midsummer Night's Dream - Fonte da Imagem



Christian Bale in The Prestige
The Prestige - Fonte da Imagem



Christian Bale in Reign of Fire
Reign Of Fire - Fonte da Imagem






Christian Bale in Shaft
Shaft - Fonte da Imagem



Christian Bale in Terminator Salvation
Terminator Salvation - Fonte da Imagem


Christian Bale in The Fighter
The Fighter - Fonte da Imagem



Christian Bale in 3:10 to Yuma
3:10 to Yuma - Fonte da Imagem



Christian Bale in Velvet Goldmine
Velvet Goldmine - Fonte da Imagem


7 de setembro de 2011

Esforço, empenho e dedicação!

Testemunho de Raquel Martins sobre como conseguimos alcançar os nossos objectivos com empenho, esforço e dedicação. Vale a pena trabalharmos por aquilo que queremos!



Os sonhos têm para mim uma conotação de inatingíveis que se perde quando os alcançamos. Prefiro por isso atribuir ao empenho e trabalho investido ao longo de todos os anos da minha aprendizagem a possibilidade de estudar o que gosto e o que me motiva.

Foram sobretudo essenciais os primeiros anos de aprendizagem, estou a referir-me ao ensino primário, a partir dos quais comecei a ganhar o gosto pela perfeição. É claro que não é possível alcançá-la, mas certamente nos desafia e nos motiva a darmos o nosso melhor. Não se trata pois de começar a trabalhar para a média no secundário, mas sim de ter uma aprendizagem consistente ao longo dos anos.

Assim sendo, e apesar de no nosso país o acesso ser mais exigente, a possibilidade de frequentar o curso de Medicina não pode, a meu ver, ser tida como a concretização de um sonho, mas sim como o resultado do meu esforço, empenho e dedicação. Quero com isto dizer que, apesar das dificuldades ou dos níveis de exigência, todo o trabalho acaba por dar frutos. Apesar da recompensa poder não surgir no imediato, nunca é em vão o trabalho investido.

Houve alturas que foi uma certeza, outras nem tanto. Exercer Medicina acarreta responsabilidades para as quais convém estarmos preparados e desafios que não permitem a sua escolha de ânimo leve. No final, o que mais pesou foi a possibilidade de ter uma vida útil naquilo que as pessoas mais precisam.

O gosto de aprender aliado ao fascínio pelo corpo humano têm sido as ferramentas fundamentais neste inicio da minha formação e continuarão certamente a sê-lo no futuro. É por isso importante, seja qual for a área, nutrir gosto por aquilo que se faz.

As expectativas de encontrar a cura para doenças ou tratamentos mais eficazes, para além de requererem formação noutras áreas, situam-se num plano utópico. Aliviar o sofrimento ou melhorar a qualidade de vida de um doente já seria recompensa suficiente. Não quero com isto dizer que não devemos pôr a fasquia mais elevada, mas que talvez o caminho para ela comece por procurar cumprir objectivos mais simples que gradualmente nos conduzem ao sucesso.


 Raquel Martins

6 de setembro de 2011

A importância do diálogo

Se o diálogo falha, falha também o entendimento. “A falar é que a gente se entende.” É muito sábio este ditado. Já é difícil colocarmo-nos no lugar do outro, tentar “caminhar com os seus mocassins”, ver como o outro vê, compreender a sua perspectiva. É muito difícil e, sem diálogo, a situação aproxima-se do impossível.
O diálogo é fundamental em qualquer tipo de relacionamento, seja em relações de trabalho, de amizade, de amor ou familiares. Quando compreendemos o outro - podemos não concordar, não aceitar - mas se compreendemos: o impacto do conflito é menor.
Haja sempre abertura, oportunidade e coragem para dizer o que é necessário e que seja dito com respeito. Haja também vontade para ouvir, até ao fim, e boa vontade para compreender.
Quando por alguma razão o diálogo é difícil ou não acontece, estamos em alerta amarelo. Há que ter persistência em procurar a oportunidade, coragem para tomar a iniciativa e força para dizer o que há a dizer, com dignidade.
Silêncio, não! O silêncio é uma armadilha que pode matar uma relação.
Outro aspecto muito importante para iniciar ou manter um diálogo potencialmente inflamável é dizer “eu” em vez de “tu”. Dizer, por exemplo, “Tu não sabes que…” pode soar mais ameaçador, sabe mais a crítica e a outra pessoa fica na defensiva. Frases como “Eu não gosto…” ou “Eu não me sinto bem…” ou “Eu adorava que…” ajudam o outro a descentralizar-se e a entrar em empatia connosco.
Se sabe perfeitamente o que tem a fazer, mas não consegue, fale com alguém em quem confie. Às vezes precisamos de um empurrãozinho. Às vezes precisamos que nos confirmem que o diálogo é uma solução pró-activa e é a solução a seguir.
Digam o que pensam e o que sentem com decoro e sem receio, pois afinal de contas, tudo o que nos vai na alma é humano.

4 de setembro de 2011

O segredo para uma relação durar

A sedução tem prazo de validade. Quando o efeito termina, é necessária uma nova dose. Uma conquista também não é definitiva. Há que conquistar e reconquistar e conquistar novamente. A necessidade de sermos seduzidos e conquistados é como um vício. Um vício em que a abstinência não é saudável.
O segredo para a felicidade de um casal durar ao longo dos anos está em continuar-se a namorar sempre. Porquê esquecer as palavras que já conquistaram? Porquê esquecer os gestos que já fizeram sorrir, sonhar e amar? O amor é demasiado precioso para cair no desleixo. É antes como uma flor que precisa ser regada continuamente.
Ele deve cuidar sempre da felicidade da sua mulher, e ela da dele. Ele deve fazer o que ela gosta e ela o que o agrada. Se cada um cuida apenas da sua própria felicidade, estarão a ser independentes. Muita independência pode levar à solidão. Se ele a faz feliz e ela a ele, está assegurada a felicidade dos dois, como é justo. Isto é o mais importante, mas ainda é preciso mais.
Devem ser os melhores amigos do mundo. Devem poder falar sobre tudo, sem receios nem preconceitos, e saber ouvir. Devem ser cúmplices e confidentes. Mas ainda é preciso mais.
Ele deve continuar a dizer-lhe que ela é bonita, que é atraente, que não gosta de estar longe dela, que gosta do jeitinho como ri quando está nervosa, o modo como fala com entusiasmo, o tempero que põe na comida, o empenho com que trabalha e o modo como vive intensamente cada emoção. Deve continuar a dar-lhe flores, a levá-la a jantar fora, levá-la para dançar, dar-lhe presentes de surpresa e continuar a olhar-lhe nos olhos.
Ela deve continuar a desafiá-lo a subir montanhas e a mergulhar no mar, deve quebrar-lhe repetidamente a rotina e aliciá-lo com pequenas e grandes aventuras como fazer troços numa moto de quatro rodas, pedir-lhe que acelere o carro um pouco mais e depois pedir cuidado, saltar de uma serra com um parapente ou viajar para um país completamente diferente. Deve confessar-lhe como ele a faz sentir segura e como gosta de se apoiar no seu braço. Deve sempre “provocá-lo” e reconfortá-lo, tirar-lhe o juízo e recompensá-lo, desafiá-lo e amá-lo.
Nunca esquecer que as acções são mais importantes que as palavras, mas as palavras são tão necessárias como água. O mais importante é o carácter, mas a aparência não pode ser descuidada.
Ele não precisa medir mais que um metro e oitenta, não precisa ter abdominais tão definidos que possam ser contados à distância, nem bíceps grandes e redondos. Mas pode vestir o que lhe fica bem, usar perfume, pentear-se segundo a moda, mostrar aquele sorriso maroto e usar aqueles óculos de sol!
Ela não precisa queimar demasiadas calorias, nem ter toda a pele bem esticada, nem as perfeitas proporções das revistas de moda. Mas pode fazer lindos penteados, usar rímel, batom e perfume, vestir-se com elegância, caminhar com graciosidade, pintar as unhas, sorrir com ternura e pôr o cabelo para trás das costas com aquele jeitinho.
Namorem muito e namorem sempre!
Contem este segredo aos vossos homens.
Contem este segredo às vossas mulheres.

1 de setembro de 2011

O princípio do comum nutre a vida a dois

No início de uma relação, as diferenças entre o casal podem parecer muito interessantes. Há um certo fascínio em conhecer uma perspectiva diferente, em conviver com novos hábitos, ouvir opiniões que escapam à nossa rotina e que sabem como goles de água fresca.
Mas a longo prazo, é o princípio do comum que favorece a vida a dois. Estar de acordo e partilhar a mesma meta é a rocha firme sobre a qual se deve construir um lar.
Muitas relações enfrentam dificuldades por falta de compatibilidade. Se, por exemplo, um gosta muito de sair e o outro adora estar em casa, se um gosta de gastar dinheiro e o outro é muito poupado, se um adora viajar e o outro adora estar na sua terra, se um é aventureiro e o outro não dá um passo sem segurança, um dos dois terá de ceder. Há sempre cedências a serem feitas entre um casal, mas estas não devem recair em excesso sobre nenhum dos dois. Havendo desequilíbrio, uma das partes ficará esgotada e a relação comprometida. Não será esta uma das causas de separação de muitos casais?
Por outro lado, se os dois caminham com gosto na mesma direcção, a harmonia vem sem esforço, os dois são cúmplices numa relação que se fortalece progressivamente.
Não vejo nenhum inconveniente em se pesarem na balança as semelhanças e as diferenças, antes de se tomarem, numa relação, decisões que dificilmente são reversíveis.


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