Era uma vez um patinho, pequenino, muito feiinho. Era caladinho, desajeitadinho e muito magrinho. Era tímido, tristonho, sozinho. Ninguém queria brincar com ele. Ele era feio, não tinha talento, não pronunciava divertimento, não tinha atractivos, nem amigos. Sentia-se triste, era infeliz, vivia desgostoso.
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Era uma vez um lindo cisne, alto, esguio, elegante. Era falador, habilidoso e majestoso. Desinibido, esperto, divertido. Ninguém queria brincar com ele. Era bonito, talentoso, dizia tudo eloquentemente, fazia tudo eficientemente, brincava sozinho tristemente.
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Certo dia o patinho cruzou-se com o cisne pelo caminho. Vinham de longe. Vinham de mala vazia. Conheceram-se, reconheceram-se, compreenderam-se. Tornaram-se os melhores amigos, tornaram-se inseparáveis. Agora já nenhum brinca sozinho. Aprenderam a sorrir e treinam isso todos os dias.
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Quem estiver sozinho, siga em frente pelo caminho à procura do seu cisne ou do seu patinho. Ele vem de mala vazia, mas é uma excelente companhia.
Sally M